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28.10.2019:

O homem que não sabia mandar

                                                                                         Por Henrique da Silva

                                                                                         Colunista do Jornal Novo Horizonte

Por muito tempo, na maioria dos momentos de aprendizagem, o que nos foi ensinado é que mandar não é o principal objetivo de quem almeja ser um líder. Mandar, no sentido mais estrito da palavra, é o mesmo de exigir que se cumpra, independente, de estar certo ou errado. É uma força de poder exercida a qualquer custo, impondo aquilo que se quer. É, em suma, demonstrar força.

Com muita excelência e sabendo comandar, e é o princípio da liderança, o prefeito de Horizontina, Antônio Lajús, parece estar conseguindo transmitir, através da sua simplicidade, o jeito mais puro de ter domínio daquilo que quer.

Passados pouco mais de dois anos e meio sob seu comando, as peças de um governo diferenciado em todos os aspectos são claras, desde obras mais simples até as mais complexas: os resultados sem imposição começam a aparecer, sem alarde e até sem muita publicidade, o que ainda falta ou poderia ser melhor explorado. Com tantas atitudes que começam, aos poucos, a tomar forma, a comunidade vê expressa a vontade de mostrar o que de fato está mudando, em tempos de administrar de forma diferente. Alguns fatores influenciam positivamente, pois até o momento, não se tem notícias de corrupção ou má gestão do dinheiro público. Pelo contrário: Horizontina ocupa as primeiras colocações nos rankings de transparência do estado e do país.

Atitudes firmes e de impacto podem ser percebidas nos últimos anos. Entre elas, o monitoramento das ruas, que há muito tempo era esperado; a solução de telefonia na Vila Cascata; a compra das instalações do Colégio Cristo Rei; as adequações e melhorias em todas as escolas municipais, seguindo as normas técnicas exigidas para dar mais segurança aos alunos, pais e professores; troca completa de mobiliários; a atenção especial aos agricultores, bonificações aos suinocultores; a adequação dos sistemas de informática, possibilitando ao contribuinte ter acesso com mais facilidade aos dados; a aparição da secretaria de Esportes, Cultura e Lazer entre as mais atuantes da Administração, com projetos chamando a atenção de nossos munícipes, que antes nem sequer sabiam da sua existência. As obras de asfaltamento e melhorias em calçamentos de várias vias urbanas melhoram o acesso a grandes empresas, fazendo a diferença para a acessibilidade e escoamento da produção. O contorno viário finalmente está deixando de ser papo da boca para fora e se tornando realidade, e ainda, a extensão da Avenida Dahne de Abreu. Com tudo isso, Horizontina passa ao patamar de contar com obras, presentes somente em nossa imaginação até poucos anos atrás.

Nos últimos dias, a tão esperada notícia da compra do Hospital Oswaldo Cruz, já assinando um contrato para a construção de um novo centro cirúrgico, podemos nos considerar privilegiados em todos os sentidos quando o assunto é saúde pública.

Com menos de um ano para a próxima eleição, muitas obras ainda a serem realizadas e o carisma apenas visto com João de Oliveira Borges, o modo de governar Lajús e Cunha está bem posicionada, reunindo condições para ser protagonista da próxima corrida eleitoral, esperando apenas quem serão os adversários. Neste momento, muito dificilmente alguém irá reunir a força política necessária para desbancar o homem do bigode. Quem viver, verá. E disseram que ele não sabia “mandar”.

A gente se pecha por aí.

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